tiger

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Executa o conjunto de verificações de segurança do Tiger no sistema: contas, permissões, serviços e arquivos críticos.

Execute quando precisar da verificação de segurança clássica do Unix: o Tiger revisa o sistema — contas (sem senha, duplicadas), permissões de arquivos críticos (passwd, shadow, rc), serviços e portas abertas, arquivos com setuid, mudanças em binários do sistema — e reporta os achados por severidade. É o veterano das ferramentas de verificação (os checks TARA dos anos 90), ainda útil em ambientes Unix/Linux. No hardening, o Tiger é a verificação de higiene básica: binário do sistema modificado, arquivo com permissões incorretas e conta sem senha são achados que auditorias modernas também procuram.

Não use como auditoria completa: o Tiger cobre os checks clássicos do Unix, mas não o espectro do Lynis ou OpenSCAP (kernel, hardening moderno, benchmarks) — para o programa de hardening atual, Lynis ou SCAP são a referência e o Tiger o complemento histórico. Os checks geram ruído em sistemas modernos (serviços e paths mudaram): os achados são filtrados por severidade e relevância ao papel. E atenção: o Tiger detecta mudanças em binários contra sua base de dados de referências — sem inicializar a base (tiger -i) após a instalação, a comparação não faz sentido. Em contêineres ou sistemas efêmeros, os checks de serviços e boot não se aplicam.